Quinta-feira da 23ª semana do Tempo Comum – Exaltação da Santa Cruz

Evangelho (Jo 3, 13-17)

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos:
13 “Ninguém subiu ao céu,
a não ser aquele que desceu do céu,
o Filho do Homem.

14 Do mesmo modo
como Moisés levantou a serpente no deserto,
assim é necessário
que o Filho do Homem seja levantado, 
15 para que todos os que nele crerem
tenham a vida eterna.
16 Pois Deus amou tanto o mundo,
que deu o seu Filho unigênito,
para que não morra todo o que nele crer,
mas tenha a vida eterna.
17 De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo
para condenar o mundo,
mas para que o mundo seja salvo por ele”.

 

Reflexão:

Queridos irmãos,

A liturgia de hoje, da celebração da exaltação da Santa Cruz, nos recorda o grande e inquebrantável amor que Deus nos tem. Este imenso amor de Deus foi o que o motivou vir até nós e nos dar a salvação prometida. Deus, porque movido de amor, doou até a sua própria vida pela nossa vida. Neste sentido, o evangelista traz à luz de nossa compreensão, a cena bíblica da serpente erguida no deserto para que, numa analogia evangélica falar da crucifixão e morte de Jesus, elevado no madeiro da cruz, como causa de vida e de salvação para todo o gênero humano.

O Evangelho se encerra com a afirmação de que “Jesus não veio para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele”. Jesus é o autor da vida. Tudo, segundo João, feito por meio do logos, da palavra, Jesus, verbo encarnado do Pai, é, neste sentido, a palavra de vida que cria e que recria a humanidade. Com Ele aprendamos a amar e a doar nossa vida pelos irmãos. Assim seja.

Leandro Francisco da Silva

Pós-noviço salesiano

leandrofsdb@yahoo.com.br

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